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Risoto de flor de abobrinha - e cada um se empolga com o que bem entender.

27 de abr de 2014

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Bom, admito que pode parecer estranho pra muita gente, mas o fato é que eu me empolgo indo à feira. (Com outros acontecimentos também, claro. Mas hoje quero contar da feira).
Toda vez saio de casa com uma lista em mente, com o intuito de não comprar comida demais, e toda vez volto com mais do que havia planejado. É tudo fresco, tudo bonito, fica difícil resistir.
O lado ruim é que posso acabar não dando conta de tanta hortaliça, e às vezes a comida se estraga.
Agora, vejam só: com o começo do friozinho tem muita fruta gostosa voltando a aparecer nos estandes, as flores (que murcham quando o calor é forte) estão à venda de novo.
Quando tem, costumo comprar papolas e copos de leite, mas as que havia lá da última vez que fui eram flores de capuchinha e de abobrinha: belezas que vão ao prato.
Claro que eu tinha que experimentar as flores de abobrinha, com aquela cor toda viva. Só não sabia o que fazer.
A moça que vendia me garantiu que havia muita receita na internet além das clássicas flores fritas (que não acho muito atraentes).
Sugeriu um risoto. Pois bem, inventei um risoto pra chamar de meu.

Curry de feijão fradinho: uma tentativa de comida indiana.

31 de mai de 2013

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(In English)

Há bastante tempo acompanho o Enjoy Indian Food, e sempre que como em restaurantes indianos acho uma delícia. Mas nunca tinha tomado a iniciativa de preparar receitas indianas.
Que bobagem minha! Acho que é porque a lógica dessa comida é tão diferente das coisas que costumo preparar, que nunca sabia por onde começar direito.
Eis que um belo dia vejo essa receita aqui, que leva feijão fradinho.
E calhou que eu tinha feijão fradinho já cozido e congelado, mas não sabia ainda como ia comer.
Aliás, tenho vários tipos de feijão em casa, e ando pensando em bons jeitos de prepará-los além do nosso arroz-feijão de todo dia.
No fim, achei que essa receita - Teriwale Lobiya - foi um jeito tranquilíssimo de começar a abordar a culinária indiana.

Sopa de tomates do quintal.

10 de jan de 2013

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Tomates são amor em forma de fruto, sobre isso não tenho dúvidas. 
Eles podem tanto ser uma comida fresquinha, como quando são usados em saladas cruas, quanto ser uma comida reconfortante, quando são assados, grelhados, marinados, cozidos, transformados em molho...
E quando nascem às pencas no quintal? Quando, no calor, a gente tira uma tigela cheia de tomates por dia?
Aí é amor demais pra uma pessoa só. Aproveitei em uma tarde que choveu e ficou mais fresco e fiz deles uma sopa para dividir com a família.



Bifum com shitake. Quê?

13 de set de 2012

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(In English)

Talvez eu não tenha mencionado isso antes no blog, mas tenho fascinação pelo Japão e pelos japoneses.
Acho as comidas lindas, as roupas absurdas lindas, aquele monte de coisa colorida que eu não entendo, filmes de artes marciais, os artigos de papelaria mais específicos do mundo, o design, as soluções de arquitetura, tudo lindo.
Mas eu nunca gostei de comida japonesa, porque acho as texturas esquisitas.
Recentemente comi em um restaurante de lámen com meu namorado, e gostei muito. Depois fui em um lugar na Liberdade com uns amigos e comi yakimeshi, e depois em outro lugar na Liberdade com outros amigos, e assim vai...
Continuo sem me interessar pelos frutos do mar & peixes crus, mas afinal a culinária japonesa tem muitas coisas que não envolvem nenhum dos dois.
Esse aqui foi meu almoço de hoje, e olha só que bacana, foi feito a partir das coisas que eu tinha em casa, sem receita.
Bifum é um macarrão bem fininho feito de arroz, e shitake é o tipo de cogumelo.
Dá pra improvisar algo parecido substituindo os ingredientes com o que estiver à mão.

Curry de verduras - também conhecido como almoço em uma tigela.

27 de mar de 2012

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Às vezes acontece de eu ficar alguns dias comendo só na rua, ou por algum outro motivo
comendo mais bobagem do que comida de verdade.
E aí fico precisando passar na feira pra comprar um monte de verduras e frutas e comer
só coisas frescas pra compensar.
Quando to nessa, e ainda assim apressada, esse curry é uma saída boa.
Fica pronto depressa, dá pra fazer com praticamente qualquer verdura à gosto do freguês,
é reconfortante. No frio o curry tem um apelo a mais, mas pra mim também dá certo no calor.

Alho, óleo e o hortelã.

17 de ago de 2011

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Acho que as pessoas com preguiça e/ou cansadas também têm direito a um jantar bacaninha depois
de um dia longo de trabalho.
Resolvi sair um pouco do lugar-comum acrescentando hortelã macerado ao óleo neste macarrão.