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Risoto de flor de abobrinha - e cada um se empolga com o que bem entender.

27 de abr de 2014

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Bom, admito que pode parecer estranho pra muita gente, mas o fato é que eu me empolgo indo à feira. (Com outros acontecimentos também, claro. Mas hoje quero contar da feira).
Toda vez saio de casa com uma lista em mente, com o intuito de não comprar comida demais, e toda vez volto com mais do que havia planejado. É tudo fresco, tudo bonito, fica difícil resistir.
O lado ruim é que posso acabar não dando conta de tanta hortaliça, e às vezes a comida se estraga.
Agora, vejam só: com o começo do friozinho tem muita fruta gostosa voltando a aparecer nos estandes, as flores (que murcham quando o calor é forte) estão à venda de novo.
Quando tem, costumo comprar papolas e copos de leite, mas as que havia lá da última vez que fui eram flores de capuchinha e de abobrinha: belezas que vão ao prato.
Claro que eu tinha que experimentar as flores de abobrinha, com aquela cor toda viva. Só não sabia o que fazer.
A moça que vendia me garantiu que havia muita receita na internet além das clássicas flores fritas (que não acho muito atraentes).
Sugeriu um risoto. Pois bem, inventei um risoto pra chamar de meu.

Rotina - quem diria? - é algo gostável. Um post sobre fórmulas e barrinhas salgadas (ou não).

29 de out de 2013

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(In English)

Não sei vocês, mas eu sou uma pessoa que gosta de comida. Mesmo.
Me dá um bruta mau humor ter fome e/ou vontade de comer, e não ter nada à mão para beliscar.
E com essa onda em que ando de comer direitinho e saudável, a trama se complica.
Porque às vezes até daria pra quebrar o galho em alguma padaria do caminho, mas não ando com vontade de comer pão de queijo e pão francês o tempo todo (além do mais, cada bocadinho que se compra na rua em São Paulo representa uma porcentagem significativa dos ganhos mensais de um ser humano).
Eis que em maio do ano passado, juntando informações daqui e dali, e testando um pouco, fiquei feliz com a receita/fórmula que desenvolvi para barrinhas de aveia.
Cê vê: elas ficaram do jeito que eu gosto. Crocantes, e aceitando bastante variação nos ingredientes.
A questão é a seguinte: se eu tenho fome, em geral preciso de algo salgado. E isso não é possível com a receita daquelas barrinhas de aveia.
Têm aparecido no mercado algumas opções de barrinhas salgadas. Pelo que ouvi dizer, quase todas são esquisitas ao paladar. Ainda assim, são possíveis.
Lá vai a Flora procurar pela internet receitas de barrinhas salgadas. Mas não foi fácil de achar.
Eu tinha encontrado um site que gostei muito, li no celular em algum trajeto de metrô, e depois nunca mais achei o link de novo.
Lembro que a pessoa que tinha escrito o post trabalhava em um hospital, e comentava o quanto achava atrapalhado comer mix de oleaginosas a título de lanche.
A idéia é boa, até. Mas não é prática:
Pensa você no ônibus/ no carro/ no meio de uma filmagem/ no escritório, seja lá onde for, segurando um pacote ou um potinho de nozes com uma mão e com a outra levando a comida à boca.
Pois bem, juntar todos os ingredientes em uma barra pareceu uma boa solução.
A pessoa tinha algumas idéias vagas sobre possibilidades de preparo, nada muito concreto.
Continuando a pesquisa, encontrei este post do No meat athlete. Aí foi que a coisa ficou clara:
eu não precisava de uma receita, e sim de uma fórmula. Genial esse cara.
Acontece que a fórmula dele não era exatamente o que eu estava procurando, apesar de preencher as necessidades alimentares etc etc etc.
Próximo passo? Fazer bagunça na cozinha até chegar a uma fórmula que eu gostasse.


Pão de linhaça.

7 de jun de 2011

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(Em inglês)


Esse pão ficou muito muito macio e gostoso, bom pra servir em lanches ou como petisco.
Acho que daria bem certo também pra sanduíche, assando em forma.
Adaptado daqui.